Fraternidades celebram a importância do Movimento Champagnat da Família Marista

O Movimento Champagnat da Família Marista (MChFM) tem sido, ao longo dos anos, um espaço de fraternidade, espiritualidade e compromisso com a missão de São Marcelino Champagnat. Para muitos leigos e leigas, a vivência nesse movimento transformou não apenas sua caminhada pessoal, mas também a vida de suas famílias.

Andrea Simone Pampuch Vidal – Animadora Fraternidade VioletasAndrea Simone Pampuch Vidal, animadora da Fraternidade Violetas, partilha como o convite feito em 2014 marcou sua história:

“Fazer parte do MChFM é ser fraternidade e vivenciar valores e momentos únicos, estendendo o coração para um bem maior. É amar não só com o coração, mas com a alma. É se entregar ao carisma de Champagnat, não para mostrar-se ao mundo, mas para mostrar ao mundo que temos bons exemplos da caminhada do nosso fundador.”

Ela recorda que, no início, participou de forma tímida, mas logo se deixou envolver pela espiritualidade marista. A presença e a condução do Irmão Ivo Antônio Strobino, assessor da fraternidade, aprofundaram ainda mais esse vínculo:

“Cada encontro nos traz explicações minuciosas da vida e obra de São Marcelino Champagnat, que nos deixam mais apaixonados por fazer parte desta grande família.”

Em 2025, a Fraternidade Violetas completou 12 anos de caminhada, marcados por desafios, superações e renovações. Para Andrea, ser parte dessa história é motivo de gratidão:

“Ser Violetas é mais que florir um jardim, é semear sementes pelo lindo campo da vida. É colher e partilhar amor, vivendo os valores cristãos com simplicidade, amor e serviço ao próximo.”

Elisa Roseira Zinher – Fraternidade Sagrada Família Outro testemunho vem de Elisa Roseira Zinher, da Fraternidade Sagrada Família, de Curitiba (PR). Seu ingresso no MChFM aconteceu em 2005, por incentivo do Irmão Pedro João Wolter, então diretor do Colégio Marista Paranaense.

“Ingressar no Movimento Champagnat da Família Marista e em uma fraternidade foi, sem dúvida, responder a um chamado para ser leiga marista. Participar do movimento é comungar valores religiosos semelhantes, compartilhar alegrias e tristezas e viver, com fé e intensidade, a espiritualidade marista, sobretudo com os jovens e especialmente os mais carentes.”

Para ela, o movimento vai além da oração e do estudo:

“É combater injustiças, desigualdades e abusos. Significa ter atitude proativa e transformadora. É viver os ensinamentos de Champagnat com compromisso com a vida e a missão.”

Com diferentes histórias e trajetórias, os testemunhos reforçam que o MChFM é espaço de acolhida, espiritualidade e missão. Nele, cada fraternidade mantém sua identidade, mas todas compartilham o mesmo propósito: “tornar Jesus Cristo conhecido e amado”, como sonhava Champagnat.

 

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